A Nissan anunciou, como consequência do terramoto e tsunami que devastaram o Japão, que iria suspender a produção em todas as suas fábricas, até que fosse feito um levantamento completo de todos os danos causados nas usas fábricas no Japão, do equipamento e também por parte dos fornecedores.
O Primeiro Ministro Japonês, Naoto Kan, já reconheceu esta como a maior crise desde a Segunda Guerra Mundial. Embora as fábricas da Nissan tenho escapado à maior parte dos estragos, seis dessas fábricas tiveram alguns danos nos edifícios e equipamento e estão a feitas várias verificações internas.
Sem fornecimento de peças, as fábricas da Nissan não poderão fabricar automóveis, o que inclui o Nissan Leaf.
A acrescentar aos estragos nas fábricas, cerca de 2300 veículos prontos para a distribuição foram também danificados, sendo que cerca de metade se destinavam ao mercado Norte Americano. Não foi dada a indicação de quantos Nissan Leaf foram destruídos.
Mas a Nissan não está sozinha com este problema. Tanto a Honda como a Toyota tomaram medidas idênticas de suspensão das operações temporariamente, enquanto se identificam todos os danos causados pela catástrofe.
O impacto desta paragem na produção não se fará sentir a curto prazo, mas afectará a disponibilidade de automóveis nos próximos meses. Com o Nissan Leaf a ser produzido apenas na Fábrica de Oppama da Nissan no Japão, a disponibilidade do Nissan Leaf será certamente afectada, não se sabendo ainda quando poderá retomar o ritmo normal.
No entanto, sendo esta um dos terramotos mais devastadores da história, não é a produção de carros o factor mais importante a recuperar, mas sim, os aspectos humanos, como a recuperação de sobreviventes, a disponibilização de abrigos e alimentação para toda a população e as condições sanitárias para todos os que perderam tudo. Há ainda o perigo de um desastre nuclear de consequências devastadoras para a população Japonesa.
As seguintes imagens mostram parte dos danos causados por esta catástrofe ao nível da produção automóvel e das infra-estruturas.
Esperamos sinceramente que o perigo de um desastre nuclear maior se dissipe rapidamente e que o povo Japonês consiga recuperar rapidamente.










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