Pontos carregamento veículos eléctricos Lisboa

Pontos carregamento veículos eléctricos Lisboa

A Wattdrive disponibiliza a primeira rede de pontos de carregamento para veículos eléctricos, em Portugal. Os 6 pontos de carregamento disponíveis, com 2 tomadas cada, estão localizados em zonas de elevada conveniência para a mobilidade urbana na cidade e com condições de estacionamento das viaturas adequadas.

Esta rede é um primeiro apoio da EDP, Câmara Municipal de Lisboa, Lisboa E-nova e EMEL aos veículos eléctricos, utilizando soluções simples para o carregamento, mas que permitirão continuar a estudar e definir soluções para a próxima geração de pontos de carregamento.

Usando o Google maps pode facilmente localizar os locais actualmente disponíveis.


View WattDrive @ EDP in a larger map

A rede de pontos de carregamento está aberta a todos os donos de veículos eléctricos.

Para terem acesso à rede, os utilizadores deverão ter um kit de acesso (com as chaves e manual de utilização dos pontos de carregamento e um dístico identificador de acesso permitido, que deverá ser colado no veículo). Mais informações aqui.

Locais onde pode carregar o seu veículo eléctrico:

1. Marquês de Pombal
Em frente do edifício da EDP
1 Ponto de Carregamento
1 lugar de estacionamento

2. Rua dos Sapateiros
Cruzamento da Rua dos Sapateiros com a Rua da Vitória
1 Ponto de Carregamento
1 lugar de estacionamento

3. Jerónimos
Junto do Museu de Marinha
1 Ponto de Carregamento
2 lugares de estacionamento

4. António Maria Cardoso
Rua António Maria Cardoso junto ao nº 70, esquina com a travessa dos teatros (frente ao Teatro S. Luís)
1 Ponto de Carregamento
2 lugares de estacionamento

5. Estrela
Rua Domingos Sequeira cruzamento com Rua Saraiva Carvalho
1 Ponto de Carregamento
1 lugar de estacionamento

6. Praça de Londres
Junto à Av. Guerra Junqueira e pastelaria Mexicana
1 Ponto de Carregamento
2 lugares de estacionamento

  1. Concorrência ou concordância

    Tendo em conta os possíveis desenvolvimentos no sector da mobilidade sem emissões de gases poluentes, sendo que, também na minha perspectiva, é a única alternativa sustentável e ambientalmente aceitável para o desenvolvimento socioeconómico do nosso país, colocando-nos na frente desta corrida já iniciada por toda a Europa, temo, ainda assim, que existam desde já alguns factores negativos, ou mesmo, limitativos do possível saudável desenvolvimento deste mercado.
    O meio ambiente é constituído por vários factores que, quando atingidos, revelam a maturidade necessária ao pleno desenvolvimento de uma sociedade saudável. Sendo que um ambiente limpo, possibilitará uma sociedade mais saudável, é também verdade que a liberdade de escolha em conjunto com o respeito pelo próximo e um mercado concorrencial, são também factores propiciadores de um meio ambiente saudável.
    Quando as movimentações para a implementação, em Portugal, de políticas de incentivo à produção de veículos eléctricos começaram, aplaudi de pé, não apenas pela necessidade de reais desenvolvimentos postos em prática que visariam a promoção da vida saudável, mas também, com a visão de um futuro menos dependente dos monopólios de empresas petrolíferas, bem como, com a possibilidade de Portugal, de uma vez por todas, mostrar empreendedorismo. Este último factor, o do empreendedorismo, é demasiado importante para que não me pronunciasse sobre ele, tendo em conta todos os factores que possibilitariam o desenvolvimento sustentado da economia Portuguesa, apoiando o livre arbítrio e a liberdade de escolha, possibilitando até, a formação de novas empresas fomentando a criação de emprego está em perigo, pelo menos no sector da exploração e venda de equipamentos para o recarregamento público destes veículos, e porquê? Porque em Portugal, assim que foi vislumbrado um mercado não explorado, a empresa dominante na distribuição de electricidade, tratou, imediatamente, de fazer público que não seria autorizado qualquer outro concorrente na venda da electricidade e, que a relação seria directa com o cliente. Não sendo isto bastante e, nem por sombras de espantar, a empresa fez saber, também, que acabara de realizar um consórcio com outras empresas onde todos os equipamentos de carregamento público seriam fabricados. Sendo que será ela a maioritária na distribuição da electricidade com vista ao carregamento destes veículos e, as empresas do consórcio fabricarão tanto o hardware como o software necessário, qual será o espaço para empresas de muito menor dimensão sequer tentar entrar neste mercado? E tendo em conta, também, a apresentação pública deste processo com a presença do Primeiro-ministro como pode confirmar em – http://www.mobi-e.pt/conferencia.html não será sequer possível às empresas que representam outros equipamentos entrar no mercado privado em igualdade de circunstancia.
    Quando referi, anteriormente, à possibilidade de um futuro menos dependente de empresas petrolíferas, não tinha em mente, um futuro completamente monopolizado pelas empresas produtoras de electricidade!
    Ainda bem que assim não o é pelo resto da Europa, onde o mercado é aberto, possibilitando às empresas, grandes e pequenas, terem pelo menos a oportunidade de se colocarem no mercado.
    Claro está que este assunto e preocupação apenas me é próximo porque pertenço a uma das empresas a quem seria possível um maior desenvolvimento caso o mercado fosse aberto. E concordo e aceito que esta preocupação não seja partilhada pela maioria das pessoas, deixando apenas este alerta como forma de tornar público que uma medida motivadora de orgulho para todos nós, começa, à partida, desleal com princípios constitucionais fundadores da nossa sociedade.
    Atentamente
    António Miranda

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