Pontos carregamento veículos eléctricos Lisboa

Publicado em 17 de Janeiro de 2010 |

A Wattdrive disponibiliza a primeira rede de pontos de carregamento para veículos eléctricos, em Portugal. Os 6 pontos de carregamento disponíveis, com 2 tomadas cada, estão localizados em zonas de elevada conveniência para a mobilidade urbana na cidade e com condições de estacionamento das viaturas adequadas.

Esta rede é um primeiro apoio da EDP, Câmara Municipal de Lisboa, Lisboa E-nova e EMEL aos veículos eléctricos, utilizando soluções simples para o carregamento, mas que permitirão continuar a estudar e definir soluções para a próxima geração de pontos de carregamento.

Usando o Google maps pode facilmente localizar os locais actualmente disponíveis.


View WattDrive @ EDP in a larger map

A rede de pontos de carregamento está aberta a todos os donos de veículos eléctricos.

Para terem acesso à rede, os utilizadores deverão ter um kit de acesso (com as chaves e manual de utilização dos pontos de carregamento e um dístico identificador de acesso permitido, que deverá ser colado no veículo). Mais informações aqui.

Locais onde pode carregar o seu veículo eléctrico:

1. Marquês de Pombal
Em frente do edifício da EDP
1 Ponto de Carregamento
1 lugar de estacionamento

2. Rua dos Sapateiros
Cruzamento da Rua dos Sapateiros com a Rua da Vitória
1 Ponto de Carregamento
1 lugar de estacionamento

3. Jerónimos
Junto do Museu de Marinha
1 Ponto de Carregamento
2 lugares de estacionamento

4. António Maria Cardoso
Rua António Maria Cardoso junto ao nº 70, esquina com a travessa dos teatros (frente ao Teatro S. Luís)
1 Ponto de Carregamento
2 lugares de estacionamento

5. Estrela
Rua Domingos Sequeira cruzamento com Rua Saraiva Carvalho
1 Ponto de Carregamento
1 lugar de estacionamento

6. Praça de Londres
Junto à Av. Guerra Junqueira e pastelaria Mexicana
1 Ponto de Carregamento
2 lugares de estacionamento

One Response to Pontos carregamento veículos eléctricos Lisboa

  1. Concorrência ou concordância

    Tendo em conta os possíveis desenvolvimentos no sector da mobilidade sem emissões de gases poluentes, sendo que, também na minha perspectiva, é a única alternativa sustentável e ambientalmente aceitável para o desenvolvimento socioeconómico do nosso país, colocando-nos na frente desta corrida já iniciada por toda a Europa, temo, ainda assim, que existam desde já alguns factores negativos, ou mesmo, limitativos do possível saudável desenvolvimento deste mercado.
    O meio ambiente é constituído por vários factores que, quando atingidos, revelam a maturidade necessária ao pleno desenvolvimento de uma sociedade saudável. Sendo que um ambiente limpo, possibilitará uma sociedade mais saudável, é também verdade que a liberdade de escolha em conjunto com o respeito pelo próximo e um mercado concorrencial, são também factores propiciadores de um meio ambiente saudável.
    Quando as movimentações para a implementação, em Portugal, de políticas de incentivo à produção de veículos eléctricos começaram, aplaudi de pé, não apenas pela necessidade de reais desenvolvimentos postos em prática que visariam a promoção da vida saudável, mas também, com a visão de um futuro menos dependente dos monopólios de empresas petrolíferas, bem como, com a possibilidade de Portugal, de uma vez por todas, mostrar empreendedorismo. Este último factor, o do empreendedorismo, é demasiado importante para que não me pronunciasse sobre ele, tendo em conta todos os factores que possibilitariam o desenvolvimento sustentado da economia Portuguesa, apoiando o livre arbítrio e a liberdade de escolha, possibilitando até, a formação de novas empresas fomentando a criação de emprego está em perigo, pelo menos no sector da exploração e venda de equipamentos para o recarregamento público destes veículos, e porquê? Porque em Portugal, assim que foi vislumbrado um mercado não explorado, a empresa dominante na distribuição de electricidade, tratou, imediatamente, de fazer público que não seria autorizado qualquer outro concorrente na venda da electricidade e, que a relação seria directa com o cliente. Não sendo isto bastante e, nem por sombras de espantar, a empresa fez saber, também, que acabara de realizar um consórcio com outras empresas onde todos os equipamentos de carregamento público seriam fabricados. Sendo que será ela a maioritária na distribuição da electricidade com vista ao carregamento destes veículos e, as empresas do consórcio fabricarão tanto o hardware como o software necessário, qual será o espaço para empresas de muito menor dimensão sequer tentar entrar neste mercado? E tendo em conta, também, a apresentação pública deste processo com a presença do Primeiro-ministro como pode confirmar em – http://www.mobi-e.pt/conferencia.html não será sequer possível às empresas que representam outros equipamentos entrar no mercado privado em igualdade de circunstancia.
    Quando referi, anteriormente, à possibilidade de um futuro menos dependente de empresas petrolíferas, não tinha em mente, um futuro completamente monopolizado pelas empresas produtoras de electricidade!
    Ainda bem que assim não o é pelo resto da Europa, onde o mercado é aberto, possibilitando às empresas, grandes e pequenas, terem pelo menos a oportunidade de se colocarem no mercado.
    Claro está que este assunto e preocupação apenas me é próximo porque pertenço a uma das empresas a quem seria possível um maior desenvolvimento caso o mercado fosse aberto. E concordo e aceito que esta preocupação não seja partilhada pela maioria das pessoas, deixando apenas este alerta como forma de tornar público que uma medida motivadora de orgulho para todos nós, começa, à partida, desleal com princípios constitucionais fundadores da nossa sociedade.
    Atentamente
    António Miranda

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