Nissan Leaf Carro do ano 2011

Publicado em 29 de Novembro de 2010 |

O Nissan Leaf foi eleito Carro do Ano 2011, tornando-se no primeiro automóvel eléctrico a conquistar este título.

O modelo nipónico, que sucede ao Volkswagen Polo como Carro do Ano, conquistou um total de 257 pontos, batendo o Alfa Romeo Giulietta, segundo classificado com 248 pontos e o Opel Meriva, terceiro mais votado com um total de 244 pontos.

Os 59 membros do júri, em representação de 23 países Europeus, atribuíram o quarto lugar ao Citroën DS3 com 175 pontos, à frente do Volvo S60 com 145 e do Dacia Duster com 132 pontos.

Nissan Leaf em Janeiro por 32.250 euros

A Nissan escolheu o mercado português para fazer o lançamento europeu do Leaf, o primeiro veículo 100% eléctrico da marca nipónica, que começa a ser comercializado já em Janeiro, com um preço de 32.250 euros.

O Leaf é um veículo de cinco portas e cinco lugares movido exclusivamente a electricidade, sendo que uma carga completa permite um alcance de aproximadamente 160 km, o que irá satisfazer as necessidades de 80 por cento dos condutores que utilizam os seus automóveis em distâncias menores num dia normal.

O motor eléctrico é “alimentado” por uma bateria de iões de lítio desenvolvida pela Nissan, com uma potência de 80 kW, o equivalente a mais de 100 cavalos de potência, e 280 Nm de binário máximo. A bateria poderá ser carregada em menos de 30 minutos até 80 por cento da sua capacidade utilizando um carregador rápido de 50 kW de corrente contínuo.

A marca nipónica prevê que o custo de utilização ronde os 1,05 euros por cada 100 km no nosso país, menos de 1,20 € na Irlanda e de 1,59 libras por cada 100 km no Reino Unido,

Classificação final do «Carro do Ano 2011»:
1. Nissan Leaf – 257 pontos
2. Alfa Romeo Giulietta – 248 pontos
3. Opel Meriva – 244 pontos
4. Citroën DS3 – 175 pontos
5. Volvo S60 – 145 pontos
6. Dacia Duster – 132 pontos

One Response to Nissan Leaf Carro do ano 2011

  1. Paulo says:
    Seria interessante saber o que a Nissan (e outros, como a Tesla) pensa fazer quanto às futuras baterias feitas à base de nanocompostos (com grafeno e afins) que irão permitir autonomias cerca de dez vezes maiores que as de lítio (dos 160 para mais de 1.000 kms). Vide o site “Inovação Tecnológica”, onde fala sobre o assunto.

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