Tecnologia de estrutura de um automóvel

Publicado em 2 de Julho de 2017 |

A estrutura de um automóvel liga todos os seus componentes, dinâmicos e funcionais, com atenção quer ao desempenho, quer à componente estética. Este é um trabalho que exige planeamento elaborado e grande cuidado no que diz respeito aos materiais escolhidos (metal, plástico, fibra, entre outros) pois dele depende a harmonia e eficácia de comunicação e desempenho entre as peças que compõem o esqueleto, os componentes mecânicos e eletrónicos, compreendendo a fusão de todos os elementos, mas prevendo também a possibilidade de reparação ou substituição de peças individuais.

Quando pensamos em carros autónomos, temos uma visão futurista de um carro sem condutor, movido a energia elétrica (ou outra fonte de energia auto sustentável), não poluidor, com um design avant garde, que se mova pela estrada flutuando: um conceito muito ao estilo Minority Report ou mesmo Blade Runner.

Em termos estruturais, não obstante toda a investigação e tecnologia aplicadas, os carros autónomos ainda não apresentam mudanças verdadeiramente pioneiras ou disruptivas, desde os tempos de Henry Ford. Nem todos suprimem o uso de combustíveis fósseis como fonte de energia, embora a grande tendência seja a implementação do motor elétrico.

Sobre este último ponto convergem algumas das preocupações a nível de estrutura. Implementar um sistema híbrido ou unicamente elétrico exige que elementos, nomeadamente a cablagem, combinem a manutenção de valores de tensão estáveis, mas com isolamento, para não ponha em risco os ocupantes do veículo. Em termos de suspensão, que se baseou tradicionalmente no funcionamento hidráulico, prevê-se que esta se venha a transmutar na íntegra em elétrico, acumulando funções até hoje maioritariamente desempenhadas pelo alternador. Mas no que concerne à mobilidade, a eficiência concedida em termos de condução pelo computador de bordo, que visa substituir o condutor humano, o resultado é uma condução eficiente e sobretudo lógica (em vez de emocional), o que a longo prazo, preserva a conservação dos componentes (como, por exemplo, os pneus) e reduz o seu desgaste. Esta máxima, diz-nos, pois, que num carro autónomo, a durabilidade dos componentes é maior, o que nos permite investir mais na componente estética.

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